March 2012
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February 2012
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Feb 25th
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Ele: Fica, eu preciso de você...
Ela: Pare, isso é loucura.
Ele: Não, não é.
Ela: Se não é loucura é o que então?
Ele: É amor...
Feb 24th
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January 2012
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Ele: Numa noite como essa, tenho a sorte de encontrar uma moça tão bonita sozinha, será que eu poderia lhe fazer companhia?
Ela: O que te faz pensar que eu gostaria de uma?
Ele: Você está sozinha, pelo que estou vendo, e eu também estou, ninguém gosta de estar só.
Ela: Não sou como as outras pessoas.
Ele: O que disse?
Ela: Prefiro ficar sozinha.
Ele: Sabe moça, todos nós precisamos de alguém...
Ela: Isso não significa que eu precise de você ou da sua companhia.
Uma pausa.
Ele: Sabe, a um tempo atrás eu costuma ser assim como você.
Ela: Assim como?
Ele: Frio, amargo, desiludido e desacreditado.
Ela: Não sou assim porque quero, mas tive que me tornar ... forte, a vida exigiu isso de mim, as pessoas fizeram isso comigo.
Ele: As pessoas sempre acabam nos decepcionando não é mesmo?
Ela: Ainda mais se você confia nelas.
Ele: É, as que mais confiamos são aquelas que mais nos decepcionam...
Outra pausa.
Ela: Você disse que costumava a ser frio, amargo e desacreditado como eu, o que te fez mudar?
Ele: Uma garota.
Ela: Uma garota? Sei...
Ele: Ninguém nasce frio e amargo, acabamos nos tornando assim, a maioria pelo menos, e a garota não era exceção, mas havia algo de diferente nela.
Ela: Diferente como?
Ele: O olhar dela.
Ela: O olhar?
Ele: Sim, apesar de suas palavras e atitudes frias havia um brilho nos seus olhos, um brilho de quem ainda queria acreditar nas pessoas, como se no fundo ela soubesse que nem todos são iguais, ainda havia esperança no olhar dela, aquela esperança que há muito tempo eu havia perdido, e por alguma razão eu não queria que ela perdesse também, desde então quero mostrar à ela que estava certa, de que nem todos são iguais, que existem pessoas como ela que ainda acreditam nas outras, pessoas como eu...
Ela: Talvez seja tarde demais, a garota já perdeu as esperanças...
Ele: Nunca é tarde demais, sempre se pode recomeçar.
Ela: Maria.
Ele: Como?
Ela: Meu nome é Maria.
Ele: Ah, Maria é um prazer conhecê-la, me chamo Zé.
Ela: Por que não voltamos ao inicio?
Uma outra pausa.
Ele: Numa noite como essa, tenho a sorte de encontrar uma moça tão bonita sozinha, será que eu poderia lhe fazer companhia?
Ela: Claro, eu adoraria.
Jan 19th
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“- Você era mais forte. - Eu era “mais” tantas coisas. - Deixou de ser? -...”
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''hm'' do latim ''vsf eu não quero saber''
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